Toda decisão, seja de título ou duelo de mata-mata, requer diversos fatores para se chegar à vitória final. Um dos principais é a experiência de um atleta em lidar com momentos deste porte, principalmente no futebol. Quando se é o cérebro, o camisa 10 do time, melhor ainda. E o Cruzeiro possui esse jogador. Seu nome: Gilberto.
É com a bagagem de seu apoiador, que o time mineiro tenta nesta quinta-feira, às 19h, no Mineirão, construir um bom resultado contra o Nacional do Uruguai, no jogo de ida das oitavas de final da Libertadores. A pressão por um resultado positivo é enorme, já que a definição da vaga será na casa do adversário, e o time vem de uma eliminação precoce no Campeonato Mineiro. Ciente das cobranças feitas principalmente pelos torcedores, o jogador fez um desabafo sincero.
"O Cruzeiro sempre disputa finais nos últimos anos, seja de Libertadores, Campeonato Estadual ou qualquer outra competição. No Brasil se questiona quando uma equipe perde títulos. Mesmo assim, o Cruzeiro segue como o sexto melhor clube do mundo. Não somos super-heróis, esse ano perdemos apenas um título. Temos mais dois pela frente (Copa Libertadores e Campeonato Brasileiro), e temos totais condições de atingir esse objetivo", disse o meio-campista.
Com passagens por grandes clubes do Brasil e do exterior, além da Seleção Brasileira, Gilberto já se deparou com inúmeras decisões pela frente. Seu currículo mostra que sua carreira é vitoriosa: ao todo ele já conquistou nove títulos como profissional.
Mesmo com um retrospecto positivo do Cruzeiro dentro de casa na Copa Libertadores, o jogador foi cauteloso ao falar sobre uma nova goleada. Para o apoiador a prioridade é vencer no Mineirão, para que o time possa jogar com tranquilidade na partida de volta em Montevidéu.

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